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sábado, 15 de julho de 2023

Energia fotovoltaica vale a pena?

 Os sistemas de energia fotovoltaica são aqueles onde é possível gerar energia eletrica para uso próprio ou para uso próprio e também  venda às concessionarias de energia. O sistema para uso próprio é chamado de off grid que não fica conectado à rede pública. O sistema on grid fica conectado à rede pública e é neste sistema que se pode vender a energia excedente.

Os sistemas fotovoltaicos consistem em: painéis solares, banco de baterias, conversor de frequência e controlador de carga. As baterias servem para acumular energia para ser usada durante a noite.

Em tese qualquer residência pode ter um kit de geração de energia fotovoltaica porém, o fator determinante é o quanto o sistema é economicamente viável.

Os kits de energia ainda possuem preços elevados e de modo geral se tornam viáveis em locais onde o consumo é igual ou maior que 500KWH/mes.

Vantagens dos sistemas fotovoltaicos:

  • Energia totalmente sustentável.
  • Não gera ruidos ou poluição.
  • Facilidade de instalação.
  • Manutenção quase inexistente.
  • Vida útil de 25 anos.
Desvantagens dos sistemas fotovoltaicos:
  • Alto custo.
  • Geração de energia somente durante o dia.
  • Pode gerar alguma alteração estética na residência.




domingo, 31 de maio de 2015

Energia solar fotovoltaica terá investimentos

A energia solar fotovoltaica (energia elétrica obtida a partir de luz solar) no Brasil está em um “momento emergente”, disse hoje (28) o diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase), no Rio de Janeiro. Segundo ele, a perspectiva é que haja expansão acentuada do setor, com um potencial de geração de 20 empregos para cada megawatt (MW) instalado e investimentos de  R$ 7 bilhões ao longo de 20 anos.

Dois leilões para energia solar fotovoltaica estão anunciados para os dias 14 de agosto e 13 de novembro. A expectativa da associação é que a somatória desses dois leilões supere 1.000 MW.

“Será um outro ano positivo de contratação, que vai ajudar a dar o sinal de continuidade do investimento nessa fonte, por parte do governo federal e, em consequência, solidificar os interesses e estabelecer cadeia produtiva”, disse Rodrigo Sauaia.

Para o diretor da Absolar, os leilões são importantes para que haja um processo de busca de eficiência no setor, favorecendo, no médio prazo, reduções de preços de energia solar, “para que ela se torne cada vez mais competitiva e atraente”.

Sauaia disse que, até abril deste ano, o Brasil registrava 534 sistemas de geração distribuída conectados à rede elétrica, oriundos de diferentes fontes, dos quais 500 projetos são de energia solar fotovoltaica. Segundo ele, ocorreu também no período grande avanço no mercado de geração centralizada, relativo às usinas solares de grande porte.

Em 2014, o governo federal promoveu leilão específico do setor, no qual foram contratados 1.048 MW. “Um grande salto histórico, cerca de 70 vezes tudo que o país tinha conectado na rede, em um único leilão”, destacou o diretor.

Segundo ele, cada MW instalado de energia solar a cada ano gera 30 empregos ao longo da cadeia produtiva no país onde o sistema é implantado, dos quais 20% são na parte de fabricação de equipamentos. “Sendo conservador, a gente pode dizer que pelo menos 20 empregos seriam gerados para cada MW instalado. Se o governo mantiver a contratação de 1.000 MW por ano dessa fonte, isso vai ter um potencial de gerar da ordem de 20 mil empregos”, acrescenta Sauaia.

O executivo da Absolar ressaltou também que, em termos de investimentos, há grande potencial de expansão no Brasil. Os investimentos para os 1.048 MW contratados no ano passado equivalem a R$ 7 bilhões ao longo de 20 anos. Veja no link abaixo a reportagem original:

reportagem sobre o crescimento da energia solar fotovoltaica